Giovanny Maciel: empresas, contratos, tecnologia e propriedade intelectual
Giovanny Luan Maciel de Souza é advogado e sócio-fundador do Oshima & Maciel. Atua principalmente em Direito Empresarial, contratos, tecnologia, propriedade intelectual e conflitos entre sócios ou empresas. Sua trajetória passa por arbitragem comercial ainda na graduação, intercâmbio acadêmico em Frankfurt, compliance e iniciativas da OAB Paraná voltadas a inovação e startups.
Empresa não chega ao advogado dividida em departamentos: um único problema pode misturar sócios, contrato, software, marca, dados, cobrança e decisão de negócio.
Por Giovanny Maciel, Sócio-fundador
Giovanny Luan Maciel de Souza é advogado e sócio-fundador do Oshima & Maciel. Sua atuação se concentra em Direito Empresarial, contratos, tecnologia, propriedade intelectual e conflitos envolvendo empresas ou sócios.
A lógica dessa frente acompanha o ciclo do negócio. Às vezes o trabalho começa antes do problema, organizando sociedade, contrato, marca, licença ou relação com fornecedor. Em outros casos, começa quando a relação já se deteriorou e é preciso reconstruir documentos, proteger ativos, negociar uma saída ou conduzir o contencioso.
Arbitragem e negócios apareceram ainda na formação acadêmica
Durante a graduação, Giovanny participou do ambiente de estudos e competições de arbitragem comercial que também marcou a formação de Guilherme Oshima. O Vis Moot e competições inspiradas nesse modelo transformam um caso empresarial em meses de pesquisa, preparação de memoriais e defesa oral de posições opostas.
Esse exercício tem uma característica especialmente útil para o Direito Empresarial: não basta conhecer uma regra. É preciso entender o contrato, o interesse econômico das partes, o ponto em que a relação rompeu e o argumento que existirá do outro lado da mesa.
Giovanny concluiu a graduação em 2016, depois de realizar intercâmbio acadêmico em Frankfurt, na Alemanha. A partir daí, a formação em negócios e resolução de conflitos passou do ambiente acadêmico para a advocacia profissional. Posteriormente, especializou-se em Direito Empresarial pela PUCPR.
Tecnologia é tratada como parte da operação da empresa
Software, SaaS, plataformas, marcas, conteúdo digital e dados pessoais não formam um universo jurídico separado do negócio. Eles criam ativos, obrigações contratuais, riscos de responsabilidade e relações entre sócios, clientes e fornecedores.
Por isso, a análise de tecnologia procura traduzir a camada técnica para perguntas jurídicas concretas: quem é titular do código ou da marca, o que foi licenciado, quais dados circulam, quem responde pela entrega, como o contrato termina e o que acontece com os ativos quando a relação acaba.
Compliance, inovação e startups fazem parte da trajetória institucional
A OAB Paraná registra Giovanny como integrante da Comissão de Compliance em 2018. Publicação da Escola Superior de Advocacia da OAB-PR de 2019 também o identifica como membro fundador e Primeiro-Secretário do Comitê Brasileiro de Compliance e membro da Comissão de Direito Empresarial da seccional.
Entre 2022 e 2024, coordenou o Grupo Permanente de Discussão de Startups da OAB/PR, experiência diretamente relacionada à frente de negócios emergentes e inovação do escritório.
A leitura empresarial começa pela decisão, não pela etiqueta jurídica
Admitir ou retirar sócio, contratar tecnologia, licenciar ativo, negociar obrigação, registrar marca, reorganizar participação ou reagir a inadimplemento são decisões empresariais antes de se tornarem nomes de peças jurídicas.
É essa lógica que orienta também os conteúdos assinados por Giovanny: regra, documento e consequência operacional aparecem juntos sempre que possível. Quando o problema empresarial se cruza com sucessão, patrimônio ou estrutura familiar, a análise pode envolver a frente conduzida por Guilherme Oshima.
Perguntas frequentes
Quais temas são conduzidos por Giovanny Maciel?
Sua atuação se concentra em empresas, contratos, relações societárias, tecnologia, startups, propriedade intelectual e disputas empresariais.
Giovanny atende apenas startups?
Não. Startups fazem parte da atuação, mas a frente empresarial também abrange sociedades tradicionais, contratos, marcas, tecnologia, reorganizações e contencioso.