Sobre o escritório: como funciona o Oshima & Maciel

O Oshima & Maciel Advogados Associados é uma sociedade de advocacia sediada em Curitiba, formada por dois sócios e um corpo de advogados associados com atuação em frentes específicas. O atendimento começa pela compreensão da situação concreta — de pessoas físicas, famílias, empresários ou empresas — e só depois avança para definição de escopo, equipe, documentos e eventual contratação.

Você não precisa chegar ao escritório sabendo qual é a área do Direito, qual medida deve ser tomada ou sequer se precisa de um processo. O primeiro trabalho é justamente transformar a situação narrada em um problema jurídico compreensível e definir o próximo passo.

Por Guilherme Oshima, Sócio-fundador · Vice-Presidente da Comissão de Direito Digital e Proteção de Dados da OAB/PR

Pessoas normalmente chegam com acontecimentos: um contrato que deixou de ser cumprido, um imóvel com documentação incompleta, uma sucessão que precisa ser organizada, um conflito entre sócios, uma cobrança, uma decisão empresarial, uma defesa que precisa ser preparada ou simplesmente a dúvida sobre o que fazer a seguir. Antes de existir uma medida jurídica, existe uma situação que precisa ser compreendida.

É a partir daí que o escritório funciona.

Um escritório para pessoas, famílias, empresários e empresas

O Oshima & Maciel Advogados Associados é uma sociedade de advocacia sediada no Centro Cívico, em Curitiba. A estrutura é coordenada pelos sócios Guilherme Oshima e Giovanny Maciel e conta com um corpo de advogados associados que participa dos trabalhos conforme a matéria, o escopo e a necessidade de cada demanda. E não partimos da expectativa de que o cliente saiba distinguir Direito Civil, Empresarial, Societário, Sucessório, Imobiliário ou qualquer outra classificação técnica antes de procurar atendimento.

A classificação vem depois da história.

O primeiro passo é entender quem está envolvido, o que aconteceu, quais documentos existem, se há prazo em curso e qual é o objetivo prático. A partir disso, o escritório verifica se a demanda está dentro de sua atuação e quem deve participar da análise.

Essa lógica permite receber tanto pessoas físicas com questões pontuais ou familiares quanto empresários e empresas com problemas recorrentes, operações ou conflitos mais estruturados. Em alguns trabalhos, uma única frente jurídica é suficiente. Em outros, a situação atravessa mais de uma matéria e exige participação coordenada de profissionais diferentes.

A estrutura do escritório foi organizada para essa segunda realidade: o problema do cliente não precisa respeitar a divisão acadêmica entre áreas do Direito.

Dois sócios e um corpo de advogados associados

A sociedade é formada por dois sócios.

Guilherme Oshima concentra sua atuação sobretudo em patrimônio, Direito Imobiliário, sucessões e organização jurídica de estruturas familiares e patrimoniais.

Giovanny Maciel concentra sua atuação sobretudo em empresas, contratos, tecnologia, propriedade intelectual e questões relacionadas à organização e à atividade empresarial.

Ao redor dessas duas frentes, o escritório conta com advogados associados com atuação concentrada em matérias específicas. A composição da equipe varia conforme o trabalho: algumas demandas são conduzidas diretamente por um dos sócios; outras exigem participação adicional ao longo da análise, produção documental, negociação, procedimento administrativo ou processo judicial.

O ponto central é que a equipe é definida a partir do problema e do escopo, e não o contrário.

A trajetória que levou a essa estrutura está contada separadamente na página sobre a história do Oshima & Maciel. Aqui, o foco é outro: como essa estrutura funciona para quem procura o escritório hoje.

Você não precisa saber o que pedir antes do primeiro contato

Uma das dificuldades mais comuns ao procurar um advogado é imaginar que a primeira mensagem já precisa conter uma tese jurídica completa.

Não precisa.

O primeiro contato com o escritório serve para identificar o assunto e organizar a próxima etapa. Dependendo da situação, ela pode ser uma reunião, uma solicitação inicial de documentos ou uma orientação sobre as informações necessárias para que o caso possa ser analisado.

Quando uma reunião é indicada, ela pode ocorrer por atendimento presencial em Curitiba ou por atendimento jurídico online. O objetivo não muda: reconstruir os fatos, compreender o contexto e separar aquilo que já se sabe daquilo que ainda precisa ser confirmado.

A primeira consulta não deve ser confundida com contratação automática de um serviço posterior. Em muitos casos, ela existe justamente para descobrir se há algo a fazer, o que pode ser feito e qual seria o escopo necessário.

Também não existe um único prazo aplicável a toda forma de atendimento. Urgência processual, necessidade de estudo prévio, volume documental e disponibilidade das pessoas envolvidas podem mudar a sequência. Por isso, o escritório explica separadamente como funcionam os prazos e as etapas do atendimento.

Antes de pensar em uma medida, é preciso organizar os documentos

Um relato pode indicar o problema. Os documentos mostram o que é possível provar sobre ele.

Por isso, depois da conversa inicial, o escritório pode solicitar contratos, mensagens, notificações, documentos pessoais, registros, comprovantes, atos societários, decisões anteriores ou outros materiais relacionados à situação.

Isso não significa enviar indiscriminadamente tudo o que estiver disponível. Há uma forma mais eficiente de organizar e enviar documentos ao escritório, preservando contexto, legibilidade e relação entre os arquivos.

Quando a situação pode resultar em uma demanda judicial, existem diferenças importantes entre os documentos úteis para iniciar um processo e os documentos necessários para preparar uma defesa. Quem pretende formular um pedido precisa demonstrar determinados fatos; quem precisa responder a uma acusação ou cobrança pode depender de outra sequência documental.

O processo começa muito antes do protocolo. Uma parte relevante do trabalho está em descobrir o que existe, o que falta e o que cada documento efetivamente demonstra.

Consulta, proposta e contratação são etapas diferentes

Outro erro comum é tratar o primeiro atendimento, a definição do serviço e a contratação como se fossem a mesma coisa.

Não são.

Depois de compreender a situação, o escritório pode definir qual trabalho jurídico é adequado, quais atividades fazem parte dele e quais ficam fora do escopo. A página sobre como funciona a contratação do Oshima & Maciel detalha essa passagem entre análise inicial e início do serviço.

Quando há contratação, as condições são formalizadas em contrato de honorários advocatícios. O documento serve para tornar claros o objeto do trabalho, as responsabilidades envolvidas e as condições econômicas pactuadas.

Os honorários não seguem necessariamente uma única lógica para todo tipo de serviço. Consulta, elaboração documental, acompanhamento continuado, procedimento administrativo e atuação contenciosa podem exigir estruturas diferentes. Por isso, há uma explicação específica sobre como funcionam os honorários advocatícios e outra sobre as formas de pagamento que podem ser previstas na contratação.

Em outras palavras: primeiro se define o trabalho; depois se define a contratação correspondente a ele.

Quando entra a procuração — e o que ela não significa

Nem todo trabalho exige imediatamente a prática de um ato em nome do cliente.

Quando o advogado precisa representá-lo formalmente perante terceiros, órgãos públicos ou o Poder Judiciário, pode ser necessária uma procuração para o advogado. O instrumento define os poderes concedidos e precisa ser lido de acordo com aquilo que efetivamente será feito.

Também pode ocorrer de outro profissional passar a atuar no caso. Nessa hipótese, o substabelecimento é o instrumento utilizado para transferir poderes recebidos, com ou sem reserva, conforme a situação.

Esses documentos fazem parte da estrutura formal da representação jurídica. Eles não substituem o contrato, nem transformam por si só qualquer conversa anterior em um escopo ilimitado de atuação.

Do primeiro contato ao trabalho em andamento

A jornada mais comum pode ser resumida assim:

Jornada do atendimento jurídico no Oshima & Maciel Fluxo em cinco etapas: primeiro contato, compreensão da situação, definição do escopo, contratação quando necessária e execução com acompanhamento. 1 Contato 2 Entender a situação 3 Definir o escopo 4 Contratação se necessária 5 Execução e acompanhamento
Nem toda consulta termina em contratação, e nem toda contratação resulta em processo. A sequência depende do problema e do escopo definido.

Depois de formalizado o trabalho, a sequência varia conforme a natureza da demanda. A página sobre o que acontece após a contratação explica justamente essa transição: abertura e organização interna do trabalho, conferência de documentos, definição das primeiras providências e comunicação com o cliente.

Nem todo serviço jurídico vira processo. Há situações resolvidas por análise, documento, negociação, organização preventiva, procedimento administrativo ou outras providências. Quando existe atuação judicial, porém, é útil entender como funciona um processo judicial sem confundir protocolo, movimentação, decisão e encerramento.

Processo judicial não é uma caixa-preta — mas também não anda em linha reta

Depois que um processo começa, a impressão de quem acompanha por fora costuma ser enganosa: uma nova movimentação no sistema pode parecer uma decisão importante quando, na realidade, é apenas um ato de expediente; em outros momentos, um despacho aparentemente curto pode alterar o que precisa ser feito a seguir.

Por isso, o escritório separa o trabalho jurídico da mera leitura cronológica do sistema. A página sobre como acompanhar um processo sem confundir movimentação com decisão explica essa diferença.

Durante o processo, também pode surgir espaço para composição. Um acordo judicial não é necessariamente sinal de desistência da tese nem consequência automática de uma proposta: ele precisa ser avaliado dentro do estágio do processo, dos riscos, das obrigações assumidas e do resultado prático possível naquele momento.

Outro ponto que precisa ser separado dos honorários são as custas e despesas processuais. Taxas judiciais, despesas com atos, perícias, diligências ou outros custos relacionados ao procedimento não são a mesma coisa que a remuneração contratada com o escritório.

O cliente precisa saber o que está acontecendo — não acompanhar cada clique

A relação com o escritório não deveria exigir que o cliente se transforme em operador de sistema processual.

O objetivo do acompanhamento é permitir que ele compreenda o que aconteceu, se aquilo exige alguma providência e o que muda a partir dali.

Há períodos em que o trabalho depende de análise e produção interna. Em outros, depende de resposta de terceiro, órgão público, contraparte, cartório ou Poder Judiciário. Há ainda momentos em que uma decisão do cliente é necessária antes que o próximo passo seja tomado.

Essa diferença entre tempo de trabalho, tempo de resposta externa e prazo jurídico explica por que o andamento de cada demanda precisa ser lido dentro de seu próprio contexto, e não por uma expectativa uniforme de atualização.

Sigilo profissional e tratamento das informações

Para que um problema seja analisado corretamente, o cliente frequentemente precisa compartilhar informações que não divulgaria em outro contexto: documentos pessoais, patrimônio, contratos, estratégias empresariais, conflitos familiares, comunicações internas e fatos ainda não levados a terceiros.

O sigilo profissional do advogado não é uma preferência de atendimento; integra os deveres profissionais previstos no Código de Ética e Disciplina da OAB e se relaciona às garantias previstas no Estatuto da Advocacia.

Além do dever profissional de confidencialidade, dados pessoais tratados durante o atendimento também estão sujeitos à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais. A página sobre privacidade e LGPD no atendimento explica como essa camada se relaciona com cadastro, documentos e informações recebidas pelo escritório.

Sigilo profissional e proteção de dados não são conceitos idênticos. Na prática, porém, ambos ajudam a responder à mesma preocupação legítima de quem procura orientação jurídica: o que acontece com as informações que eu entrego?

A história fica em outra página. Aqui, importa como o escritório funciona hoje.

O Oshima & Maciel foi constituído em 2018, mas repetir aqui toda a trajetória dos sócios, a formação em arbitragem, a experiência em um programa pioneiro de incubação jurídica e a evolução da atuação do escritório tornaria esta página menos útil.

Esse percurso está organizado na história do Oshima & Maciel.

O que importa aqui é a estrutura atual: dois sócios, um corpo de advogados associados, atendimento a pessoas físicas e jurídicas, análise organizada a partir do problema concreto e uma sequência de trabalho que separa consulta, contratação, execução e acompanhamento.

Para quem ainda está no começo dessa sequência, o próximo passo não é descobrir sozinho o nome jurídico do problema. É reunir o contexto básico e utilizar um dos canais oficiais de contato do Oshima & Maciel.

Perguntas frequentes

Quem compõe o Oshima & Maciel?

A sociedade é formada por dois sócios, Guilherme Oshima e Giovanny Maciel, e conta com um corpo de advogados associados que participa dos trabalhos conforme a matéria, o escopo e as necessidades de cada demanda.

Preciso saber qual área do Direito corresponde ao meu problema antes de entrar em contato?

Não. O primeiro contato serve para compreender a situação apresentada e verificar se ela se encaixa na atuação do escritório. O enquadramento jurídico e a definição do próximo passo vêm depois.

O atendimento pode ser feito online?

Sim. O escritório realiza atendimentos online e também presenciais em sua sede no Centro Cívico, em Curitiba. A modalidade adequada depende da natureza da reunião e da preferência das pessoas envolvidas.

Fazer uma primeira consulta significa contratar o escritório?

Não necessariamente. Consulta e contratação são etapas distintas. Quando houver continuidade do trabalho, o escopo, os honorários e as condições aplicáveis são definidos antes do início da atividade contratada.